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Leituras de piXação em São Paulo

Livro de Alexandre Barbosa Pereira, pela EdUFSCar, aborda a prática cultural da pixação

Alexandre Barbosa Pereira

A Editora da Universidade Federal de São Carlos (EdUFSCar) está lançando o livro “Um rolê pela cidade de riscos: leituras de piXação em São Paulo” (assim mesmo, com X), de autoria de Alexandre Barbosa Pereira, e que integra a Coleção Marginália de Estudos Urbanos e conta com o apoio do Centro de Estudos da Metrópole (CEM).

O livro trata de uma pesquisa feita pelo autor sobre a pixação, no início dos anos 2000 e defendida como mestrado em 2003, mas que continuou acompanhando os desdobramentos da prática até meados dessa segunda década do século XXI. Na obra, a pixação é abordada como uma prática cultural juvenil protagonizada por jovens, ou por indivíduos já não tão mais jovens assim, que são fundamentalmente rapazes pobres, moradores de bairros periféricos da cidade de São Paulo. Leia+Mais→

O fogo e o relato de Giorgio Agamben

O que está em jogo na literatura? No que consiste o fogo que nossos relatos perderam, mas que aspiram, a todo custo, recuperar?

Giorgio Agamben

O que é a pedra filosofal que os escritores, com a mesma paixão e obstinação dos alquimistas, empenham-se para forjar em suas fornalhas de palavras? E o que é que em todo ato de criação resiste tenazmente à criação, conferindo assim a cada obra sua força e graça? Por que motivo pode-se encontrar na parábola o modelo secreto de toda narrativa?

Nos dez ensaios de O fogo e o relato, Giorgio Agamben condensa as preocupações que estão no cerne de suas investigações filosóficas. Em busca do “elemento passível de ser desenvolvido” e da “zona impessoal de indiferença” entre o autor amado e seu leitor, o filósofo italiano convoca grandes interlocutores – Dante Alighieri, Franz Kafka, Paul Celan, Giorgio Caproni, Giorgio Manganelli, Pier Paolo Pasolini, Cristina Campo, Simone Weil, Aristóteles, Espinosa, Walter Benjamin, Roland Barthes, Heidegger, Hölderlin, Gilles Deleuze, Michel Foucault – e os coloca na ordem do dia, ou no centro do vórtice, para fazer menção a um dos ensaios mais poderosos do volume.
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Leo Romano em espaço e forma

Instituto Leo Romano, espaço criativo de arquitetura, design e artes, abre as portas em Goiânia

Instituto Leo Romano

Para celebrar seus 21 anos de trajetória profissional e realizar um antigo sonho, o arquiteto e designer Leo Romano escolheu a cidade onde escreveu sua história, para abrigar a sede de um centro educacional. “É um passo muito importante para toda a minha equipe, assim como para Goiânia. Passamos a oferecer um novo espaço de referência de arte e de formação em que ocorrerão palestras, workshops e outras atividades, principalmente para estudantes e profissionais das áreas de arquitetura, design e artes plásticas”, celebra Romano.
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